Ou o objetivo no qual eu agarre minha mão.
Vou vivendo minha solidão.
Com olhar melancólico e triste.
Que as pessoas de perto se importam mais em julgar.
Que tentar ajudar.
Essa preguiça não é só preguiça.
É desmotivação de alma.
Também um pouco de depressão.
Essa preguiça é quando eu fico procurando um motivo,
Pra não morrer em vão.
Não morrer sem um porquê,
Não morrer sem esperança.
Mas a espera me custa, me cansa.
E eu sei que eu tenho que ser forte,
Não precisa falar outra vez.
Mas o fato de eu precisar ser forte,
Não significa que eu seja, como vocês.
Olha pra mim!
Meu corpo reflete minha alma.
Magra, tranquila, fraca, triste, calma.
Calma porque não tem motivos bons,
Nem pra brigar.
Se você está certo: tá, tá, tá.
Não vou fazer discursos.
Nem apresentar sermões.
Eu sou aquela que procura a chama da vida que precisa,
Em outros corações.
Sei que tenho que encontrar no meu.
Sei que tenho que ser suficiente pra mim.
Mas no mundo real não funciona assim.
O auto suficiente é bem sucedido, mas amargurado.
Termina em uma mansão,
Sem ninguém do lado.
Pra que foco se ainda não achei o objetivo?
Por que medo de morrer se nem sei ainda por quê estou vivo?
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